“Só quero agradecer tudo que um dia eu já consegui…”

 

Anjos de Plantão

Onde estão os anjos de plantão?
Sei como é difícil atender todos os pedidos
E que a minha prece
É mais uma na multidão
Será que Deus pode me ouvir
Só quero agradecer tudo que um dia eu já consegui

Acordei com saudade de você
Te procurei, te liguei mas não encontrei
Não tive tempo pra dizer o quanto amei
Nem tive tempo pra mudar o que errei

Sei que o tempo passa e a saudade fica
Será que alguém me explica o sentido da vida
Me aponta uma saída ou me conta um segredo
Me ensina a crescer sem olhar pra trás e sentir medo

Eu tive sim mas sei que não to sozinho
Eu sinto que é você que ilumina meu caminho
Me olhando com carinho me leva pra casa
Segura na minha mão e me abraça me cobre com sua asas

E me livra do mal
O futuro a Deus pertence então nos vemos no final
A espera de um milagre, a espera de um sinal
De um beijo do anjo imortal

Onde estão os anjos de plantão?
Sei como é difícil atender todos os pedidos
E que a minha prece
É mais uma na multidão
Será que Deus pode me ouvir
Só quero agradecer tudo que um dia eu já consegui

Eu pedi mais um dia, pedi outra chance
Pra fazer tudo do começo melhor que antes
Por isso agradeço o dia de hoje
E faço tudo que estiver ao meu alcance

Carrego nas costas o peso do mundo
Nessas horas a fé vale mais que o tamanho
Vale mais do que a força é maior do que o medo
Porque no fundo você é do tamanho dos seus sonhos

Aqui nessa cidade faz tanto barulho
E eu sei que há tantos outros problemas nesse mundo
Pra eu pedir um minuto só pra mim
Só quero agradecer

Eu sei… sou só mais um na multidão
Mas se eu pedir com o coração não será em vão
Minha oração, deixo na suas mãos anjos de plantão
Me respondam onde estão?

Onde estão os anjos de plantão?
Sei como é difícil atender todos os pedidos
E que a minha prece
É mais uma na multidão
Será que Deus pode me ouvir
Só quero agradecer tudo que um dia eu já consegui

Onde estão os anjos de plantão?
Agradecer também faz parte da oração!

Ivo Mozart

 

Beijo. 💜

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Luiz, mais uma história de sucesso na luta contra DGC (Caso III)

 

De uma gravidez super tranquila, nasceu Luiz em 07/11/2013. Para surpresa de todos, Luiz teve problemas no nascimento. Aspirou o líquido amniótico, chegou a ser reanimado e foi para a UTI Neonatal.
Todos acharam que seria uma estadia rápida, mas Luiz começou a apresentar muitas infecções lá mesmo. Tão novinho, já tomava inúmeros antibióticos, pegando várias bactérias, e os médicos não entendiam o que estava acontecendo. Vários especialistas foram chamados: hematologistas, imunologista, cardiologistas, e ninguém conseguia descobrir. Depois de 44 dias na UTI, Luiz estabilizou e fomos para casa, sem diagnóstico fechado.
Mas Luiz nunca foi um bebê tranquilo. Ele gemia bastante. Suspeitaram de alergia à proteína do leite de vaca. Apareceu uma hepatoesplenomegalia (aumento de baço e fígado) e a procura fora da UTI neonatal continuava. Mudei de pediatra e ela, nosso primeiro anjo, começou a me encaminhar para vários especialistas de São Bernardo do Campo. Fomos internados diversas vezes com otites e pneumonia de repetição. Numa das ida à pediatra, ela mandou que fôssemos ao Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo, com todos os resultados de hemograma na mão – leucócitos lá em cima – para que nos internasse e investigassem a causa de tantas infecções. Luiz já estava com 7 meses.
Foi aí que a médica que estava de plantão no dia seguinte era uma infectologista que nós nem imaginávamos que se tornaria o segundo anjo de nossas vidas. Ela pegou o caso de Luiz e foi à fundo. E não descansou até conversar com os imunologistas do hospital. Veio até o meu quarto e falou que suspeitava que Luizinho estivesse com uma imunodeficiência típica de meninos. Que ela faria os exames, que demoraria um pouco pra sair, mas que aguardássemos. Enquanto isso, Luizinho se enchia de medicações para curar as infecções que tinha e as medicações profiláticas para prevenir as que pudessem aparecer, inclusive uma pneumonia fúngica, cujo vilão de chamava aspergillus.
Dias após, depois de muitas orações pedindo a Deus que nos revelasse o que Luiz tinha para, enfim, podermos tratar corretamente, veio o diagnóstico: DGC – Doença Granulomatosa Crônica. Justamente o que a infectologista suspeitava. E então toda equipe se reuniu conosco para explicar o que era a doença e que a cura só se daria por Transplante de Medula Óssea. Depois do susto, decidimos ir em frente numa etapa que sabíamos não ser fácil. Eu, meu esposo e meu primogênito fizemos o teste de compatibilidade para o transplante. A grande bênção se revelou: o irmão 100% compatível a Luizinho. Foi muito emocionante!
Então começamos todos os preparativos. O Transplante seria feito no ITACI (Instituto de Tratamento do Câncer Infantil) em São Paulo. Fomos chamados antes do que esperávamos, numa fase de ótima saúde de Luizinho. Seu transplante foi feito em 23/01/2015. E foi um sucesso. Em todo tempo as mãos de Deus estavam nos abençoando. Luiz não teve mucosite, não perdeu o apetite – arrancou a sonda dois dias depois de terem colocado nele e comeu por boca mesmo! Não sofreu..foi uma criança muito feliz, o que me ajudou muito, porque foram dias bem difíceis para toda a família. Vê-lo sempre com um sorriso no rosto me fez entender que Deus estava conosco e que tudo valia a pena.
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O pós transplante está sendo mais chatinho. Ele se internou várias vezes, já que sua imunidade ainda é controlada por remédios. Ele teve uma grave crise pulmonar, e descobriram que além do GVHD de pele que ele já possuía, ele começou a apresentar no pulmão também. Isso significava que o tratamento seria mais longo do que esperávamos. Ainda estamos em tratamento, mas hoje ele está muito bem, se desenvolvendo normalmente. Ainda toma todos os remédios pós transplante, mas está indo muito bem na retirada da ciclosporina. E esperamos que logo tenhamos vida normal! 

Beijo.  💜

Permita-se!!

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Pinterest
Você abrir a portinha da gaiola, simboliza a decisão de permitir o acesso de ida e vinda de informações, significa a permissão para um psicólogo te ajudar nessa troca a te a judar se entender e chegar o momento em que você conseguirá se libertar, retirando essa gaiola da sua cabeça, ver o mundo sem essas grades e viver a verdadeira liberdade e sem o peso dessa gaiola, dos seus medos, desejos reprimidos, angústia…experimente!
Vamos ser feliz!!!
Beijo. 💜

Dificuldade? Impossível?? São palavras que não existem no dicionário de Andre Melo de Souza, o Andrezinho.

Em 2000, aos 21 anos, Andrezinho soube que ficaria paraplégico após um acidente com moto. De imediato tentou afastar as más vibrações e procurou inspiração para seguir a vida da melhor forma. A inspiração veio por parte do esporte, quando ainda no hospital viu pela TV as Paralimpíadas de Sidney, e decidiu que iria ser um atleta.

Andre então procurou ajuda de muitas pessoas e tentou vários esportes, como vôlei, basquete e até mesmo uma cadeira especial para corrida. Mas nem tudo foi tranquilo, com Andrezinho tendo até mesmo uma infecção hospitalar que quase lhe tirou a vida. Ele continuou na batalha e faltava pouco para ele encontrar o surf.

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Foi após treinar remo que ele ficou sabendo, por um intermédio de um amigo, o projeto Adpatsurf, queauxilia surfistas adaptados. Não é preciso nem dizer que foi só entrar ao mar que ele nunca mais quis sair de lá. Em uma entrevista ao portal do Globo Esporte, ele afirmou:

“…Dá trabalho. Para chegar na água, preciso de um cara que vai montar minha cadeira de praia, entrar comigo no mar. Mas é muito gostoso estar lá dentro, é o lugar onde sinto mais liberdade. Não preciso ficar toda hora sentado. Ou eu estou em cima da prancha, ou largo a prancha e nado. É meu contato mais próximo com Deus.”

Porém, foi no ano passado que André deu o passo mais largo e arriscado em sua vida, encarando no Maranhão a famosa e temida pororoca, sendo o primeiro cadeirante a conseguir tal feito.

Como é de se esperar, não satisfeito em nos surpreender em suas superações, 16 anos após o acidente, Andrezinho Carioca sobe em uma moto para pilotar, com o Amigo e cunhado Mayk Wesley, em MG.
Feito realizado em 12 de maio de 2016.

São histórias como essa que nos fazem pensar no que estamos fazendo para aproveitar melhor e mais a vida. Vivemos reclamando de diversas coisas e nunca satisfeitos com o que temos. Andrezinho muito foi além, como sempre nos surpreendendo a cada dia, é um guerreiro e sempre dando lição. Parabéns !!!

Beijo 💜